Archive for the ‘Redes sociais’ Category

Desafio 2009

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Os trabalhos para a organização do “Desafio 2009” já estão a todo vapor!

O “Desafio” (que inclui “Desafio GV” e o novo “Desafio América Latina”) é uma competição de novos negócios organizada pelo GVcepe para empreendedores da América Latina. O “Desafio GV” é aberto para equipes de brasileiros que possuam projetos inovadores ligados à tecnologia. O “Desafio América Latina” deverá reunir os finalistas de 4 países (Chile, Argentina, Brasil e México) para uma competição integrada de onde sairão os melhores de cada país e os melhores do continente.

É uma excelente oportunidade para empreendedores interessados em dar visibilidade para suas start-ups e para investidores descobrirem quais são as empresas mais inovadoras do país e da América Latina!

Para saber mais sobre a competição acesse a rede social que foi construída para unir, além de participantes e jurados da competição, todo e qualquer empreendedor/investidor interessado em inovação na América Latina. O objetivo é criar um ponto de referência para este público, com conteúdo relevante e espaço para networking.

Os blogs Startupi, Tiago Doria e FayerWayer também escreveram sobre a rede social e a competição.

O endereço temporário é http://desafio.ning.com

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Futuro das redes sociais

Desde que o Facebook tomou a iniciativa de se tornar um sistema aberto eu comecei a ficar com uma pulga atrás da orelha, tentando imaginar qual seria o futuro das redes sociais na Internet.

Faz algumas semanas que eu estava querendo escrever sobre uma “viagem” minha… a de que estamos chegando numa terceira onda das redes sociais.

A primeira foi a explosão das redes sociais, a descoberta da sua utilidade e o nascimento dos grandes representantes “locais” (Facebook e MySpace nos EUA, Orkut no Brasil e Índia, Beebo em alguns países europeus, etc).

A segunda onda foi o nascimento de redes “nichadas”. Redes sociais para networking profissional (ex: LinkedIn), para fãs de futebol (ex: Joga.com), para fotógrafos (ex: Flickr), viciados em música (ex: iLike e Last.FM) etc…

E agora eu acho que a terceira onda está se formando. Ela será caracterizada, não pelo surgimento de novas redes sociais construídas do zero – individuais, ilhadas, isoladas no seu próprio nicho – mas pela criação de “acessórios” para as grandes redes sociais já existentes. Alguns pontos me levam a pensar dessa maneira:

  • As pessoas estão de saco cheio de criar novas contas em mil e uma redes sociais…
  • Quanto mais redes surgem mais a informação fica dispersa e difícil de ser absorvida pelos usuários
  • Tempo é um recurso escasso, e por isso eu não consigo acompanhar muitas redes sociais ao mesmo tempo
  • Um desenvolvedor não precisa mais construir uma rede social do zero porque ele pode aproveitar uma que já tem milhões de usuários

Com a abertura dos grandes players (Facebook já fez… MySpace e Orkut já disseram que seguirão a tendência) eu acho que não fará mais sentido você tentar construir uma rede social do zero. Não é que desconsidero a importância dos nichos, eles sempre existirão, mas eu imagino que agora eles existirão DENTRO das redes sociais já estabelecidas.

Com a abertura do código destas redes ficará mais fácil desenvolver aplicativos que permitam, a uma única rede social, oferecer diversas utilidades para os seus usuários. Elas também têm oferecido, cada vez mais, a possibilidade do usuário limitar as informações visíveis para determinados tipos de usuários (quero que empresas vejam meu currículo mas que não vejam minhas fotos, por exemplo). O Facebook pode, então, ser a minha rede social, que me oferece contatos profissionais, contatos para xavecos e para ferramentas para reunir meus amigos de boteco.

Isso tem ficado bastante claro conforme surgem aplicativos que possuem mais usuários dentro do Facebook do que fora, com a sua própria rede social (ex: iLike).

Portanto, se hoje eu fosse criar um serviço que se beneficiasse (ou dependesse) do surgimento de uma rede social eu partiria para o desenvolvimento de aplicativos dentro destas redes sociais já existentes.

Aproveitando pra fazer jabá (e cutucar a concorrência… 🙂 rs) eu dou o exemplo do Zandu. Não vejo a necessidade de criar uma nova rede social para permitir a compra em grupos, basta criar um aplicativo que fosse integrado ao Facebook, Orkut e MySpace para operacionalizar essas compras em grupo. As pessoas usufruiriam a rede social que já possuem (todos os seus contatos do Orkut, por exemplo), sem forçá-las a ter que começar tudo do zero. Lógico que o site próprio do Zandu ainda existirá… mas a sua faceta “social” estaria fora deste site.

Outro exemplo (que já acontece) é o do “Peer-to-peer Lending” (depois escrevo mais sobre isso, acho MUITO bacana). O Prosper e o Zopa criaram redes sociais “do zero” para possibilitar o empréstimo de dinheiro entre pessoas (conhecidas ou desconhecidas). Eis que surge o LendingClub, que criou um aplicativo para Facebook que permite realizar as mesmas transações. Vantagem operacional? LendingClub tem acesso à uma rede social com mais de 34 milhões de usuários enquanto o Prosper e o Zopa precisam construir a sua rede do zero.

Uma ressalva que faço é que esse mundo de “Aplicativos” ainda está nascendo, então talvez hoje seja difícil deixar uma ferramenta do “seu jeito”, com a segurança que você deseja, com todas as funcionalidades de que você precisa… mas, para conceitos mais simples (como o do Zandu) já faz mais sentido desenvolver nestas plataformas do que tentar reinventar a roda.

Para as empresas que hoje utilizam o conceito de redes sociais eu acho que hora de sentar e avaliar como isso impactará os seus negócios. Se elas não se transformarem alguém fará por elas e tomará o seu espaço.

Bom, essa é uma visão do futuro. Nem tudo está tão claro, mas nesses momentos de divergência e incerteza é possível conquistar uma vantagem competitiva sobre concorrentes e criar serviços inovadores.

Lógico que esse é o MEU ponto de vista, a minha aposta… alguém concorda/discorda? Ela pode mudar, desde que me convençam do contrário! 😉

GeniousRocket – publicidade crowdsourced (o retorno)

Esbarrei (mais uma vez pelo StubleUpon) no site GeniusRocket.

Uma comunidade para “pessoas criativas” que queiram trabalhar com publicidade. Seja na criação de um comercial, de uma campanha ou de um hotsite.

Bem parecido com a proposta do Zooppa sobre o qual comentei em outro post

Pelo que percebi a grande diferença é que o GeniusRocket oferece outros “trabalhos” fora a criação de vídeos virais, eles permitem que alguém colabore com um projeto oferecendo uma mão de obra mais especializada como “narração”, “edição”, “efeitos especiais”, “web design”, “direção”, etc…

A empresa provavelmente cobra uma boa grana para que as empresas divulguem as suas “ofertas de trabalho”.

Interessante para quem tem dons artísticos.

US$10bi, 23 anos… rindo atoa…

Saiu no TechCrunch a notícia de que a Microsoft poderá investir no Facebook (rede social americana).

Valor do Valuation feito pela Microsoft? US$10 bilhões de dólares…

Idade do Facebook? 3 anos

Idade do fundador/presidente do Facebook? 23 anos

Vai.. ele deve ter quanto… uns 10% da empresa? Pra mim 1% 0,1% desse bolo tava ótimo! Daria brincar de empreendedor pro resto da vida… 🙂

E tá, sei que pra cada Ronaldo tem 1 milhão de jogadores que não ganham nem 1 salário mínimo… mas isso prova que é possível, que um cara de 20 e poucos anos pode sim fundar uma empresa de sucesso (edit: e mudar o mundo, por que não?)… E esse é um exemplo recente, antigos temos Apple, Microsoft, Dell…

Startup Camp Brasil

Acabei de receber um convite para uma rede social brasileira voltada para empreendedores e interessados no assunto.

http://startupcampbrazil.ning.com/

Espero que pegue… sinto falta de um contato maior com outras pessoas que estão empreendendo, ou querem empreender no Brasil, principalmente em empresas de Internet.

Bons exemplos e casos de sucesso são a melhor forma de incentivar outras pessoas a seguirem o empreendedorismo como carreira.