Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Installing PyQt5 on Ubuntu and Python 3.4

After grueling hours trying to get iPython PyLab running with my Python3.4 installation, I finally managed to get one of its dependencies (PyQt5) working correctly. I’ll leave my solution here for posterity…

OS: Ubuntu 15.04

Python version: 3.4

Step 1

Install (using Ubuntu’s Software Center – USC):

  • libqt5svg5
  • libqt5svg5-dev

Step 2

Download and install SIP source.

For both SIP and PyQt5 installations, I needed to direct it to my ‘usr/local/lib/python3.4/dist-packages’ folder. Apparently default goes to ‘usr/lib/’.

After unpacking the .tar file, run these commands inside the extracted folder:

http://pastebin.com/embed_iframe.php?i=y7KAb42w

Step 3

Download and install PyQt5 source.

After unpacking the .tar file, run these commands inside the extracted folder (they are the same as before):

http://pastebin.com/embed_iframe.php?i=y7KAb42w

Testing

In my case, I was having issues with the QtSvg module which was not being installed with PyQt5.

To test everything I ran python 3.4 and:

from PyQt5 import QtSvg

If this runs, you are golden.


Helpful sources I used:

[1], [2], [3]

Liberdade de expressão FAIL. “Boteco São Bento: o pior bar do sistema solar.”

Parece que os “administradores” do São Bento não entenderam bem como funciona a Internet… se tivessem deixado o assunto quieto, meia dúzia de leitores teria lido e discutido o post ao invés do estardalhaço causado pela notificação extrajudicial.

O que foi escrito no blog, por si só, não justifica a notificação. Tendo isto em mente, vou republicar o post do http://resenhaem6.blogspot.com/ em nome da liberdade de expressão.

Aguardo a notificação extrajudicial para retirar o mesmo do ar.

Depois da Faixa de Gaza e do Acre, este é o pior lugar do mundo para você ir com os amigos. Caro, petiscos sem graça e, principalmente, garçons ultra-power-mega chatos: você toma dois dedos do seu chopp, quente e azedo que nem xoxota nos tempos dos vikings, eles já colocam outro na mesa. E se você recusa, eles ainda ficam putos. Só tulipadas diárias no rabo para justificar tamanha simpatia no atendimento.

* Fui no da Vila Madalena. Dizem que o do Itaim é ainda pior.
* Para dicas de botecos que valem a pena, leia outras resenhas aqui
* Siga o Resenha pelo Twitter antes que eu bote outro link na mesa.

Currículo, WordPress by Email e Arduino

Arduino
Faz tempo que não coloco um post por aqui… O que me estimulou a escrever agora foram três coisas:

  1. Post no blog do Miguel Cavalcanti sobre o “fim dos currículos”
  2. Nova funcionalidade do WordPress que permite posts por e-mail
  3. Minha mais recente aquisição: Arduino

1111111111111111111111111111111111111111111111111111
Bom, já começo recomendando o blog do Miguel. Não conheço o cara pessoalmente mas gosto muito do que ele escreve. Vale a pena conferir. No seu último blog post ele dá a sua opinião: recém-formados deveriam esquecer os currículos e passar a escrever seus blogs. Eu concordo totalmente… obviamente um blog é capaz de mostrar muito melhor qual o perfil e interesses da pessoa, mas além disso ele é um “currículo ambulante”, podendo atingir pessoas que um dia podem lhe abrir diversas portas. Acho que tem empresas atentas a isso… um dos processos seletivos mais interessantes que fiz durante a faculdade envolvia produção de um blog coletivo. Foi uma experiência e tanto.

2222222222222222222222222222222222222222222222222222
Queria testar a nova funcionalidade do WordPress para blogar via e-mail. Portante… Testando, 1, 2, 3.

3333333333333333333333333333333333333333333333333333
0Contar sobre o meu novo hobby geek: hardware. Depois de passar algumas semanas aprendendo a programar (em Python/Django, para usar no trabalho mas também por interesse próprio) eu decidi explorar os leds, placas e microcomponentes.
Comprei um Arduino. Em termos completamente leigos (até porque não não expert para dar uma explicação mais técnica) trata-se de uma placa programável baseada em software e hardware open-source. Isso significa que qualquer pessoa pode pegar os planos originais e reproduzí-los, alterá-los, etc… sem pagar nada. Eu comprei a placa pronta, mas se quisesse poderia montar uma em casa simplesmente comprando a matéria prima (transistores, placas, chips, etc.).
Meu objetivo é o de aprender um pouco sobre o funcionamento dos hardwares e retomar um hobby de criança: desmontar e remontar tudo da maneira mais bizarra possível.
Para quem quer aprender mais sobre hacks e eletrônica também recomendo os sites Make e Instructables.

ExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtra
Eu ouvi falar do Arduino pela primeira vez em 2008, quando fiz preparei uma apresentação (em nome da Batuq) sobre conceitos de “open” (Open Software, Open Innovation, etc.). Segue abaixo:

ExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtraExtra-dois
Eu comprei o Arduino e outros componentes na loja SparkFun.com.
Sei que tem eletrônicos na Santa Efigênia, mas a preguiça é grande demais… e odeio ruas cheias (25 de março já me traumatizou uma vez…)… por isso estou afim de montar uma loja estilo SparkFun no Brasil (algum sócio por aí?). Será que tem mercado? Eu acho que sim… acho que a moda DIY vai pegar no Brasil.

Keep it simple, stupid! – A fadiga do excesso

simplicity
Acredito que a falta de foco é um dos pecados capitais que pode ser cometido por uma start-up. É tentadora a possibilidade de se criar um canivete suíço, ainda mais para empresas de tecnologia onde o custo de se implementar uma nova funcionalidade é relativamente baixo.

A sigla K-I-S-S (Keep It Simple, Stupid) resume a opinião. Empresas como a 37signals conquistaram milhares de seguidores (e clientes) oferecendo produtos que solucionam um só problema, e nada mais. Seu livro, Getting Real, é uma referência para a nova geração de empreendedores-digitais.

Para aqueles que leram o livro eu gostaria de recomendar o excelente artigo “Feature Fatique: when product cabapilities become too much of a good thing“. Para os que ainda não leram o livro, leiam. Ele é valido mesmo para empreendedores que não estejam focados em web.

Posteriormente escreverei mais um post discutindo a fundo alguns dos pontos levantados. Já adianto, no entanto, alguns pontos com os quais não concordei e que gostaria de discutir:

  • A premissa de que adicionar funções à um produto (em especial àqueles baseados em tecnologia da informação) é de custo nulo (página 439) tende a ser falsa para empresas nascentes, que tem um custo de desenvolvimento alto quando leva-se em consideração o custo de capital investido. Desta forma, o foco em poucas funcionalidades é ainda mais importante para start-ups.
  • Acredito que a análise não levou em consideração o poder do feedback (edit: leiam “The Age of Viral Feedback“), especialmente em uma sociedade em que os consumidores estão cada vez mais municiados de ferramentas que permitem que conheçam a usabilidade de um produto antes mesmo de comprá-lo (fórums, websites, etc.). Hoje um consumidor, que sempre deu grande valor às sugestões de seus pares, tem uma enorme quantidade de pessoas para “consultar”. A pesquisa trata de produtos fictícios; acredito que uma pesquisa baseada em produtos reais, numa condição normal de consumo (onde haveria o desejo do consumidor por uma pesquisa prévia antes da aquisição), mostraria resultados diferentes, dando ênfase à usabilidade mesmo antes de se comprar o produto.
  • A pesquisa não leva em consideração a capacidade de uma empresa de investir na usabilidade como um diferencial competitivo, sem que isso exija a diminuição no número de funcionalidades (exemplo perfeito: Apple).

Diga-me o que você acha!

Post originalmente publicado por Gian Carlo Martinelli no blog Plano A.


I believe that lack of focus is one of the biggest sins a start-up can commit. The possibility of creating a swiss army knife, with dozens of features, is tempting, specially for information based companies where the cost of creating a new feature is relatively low.

The acronym K-I-S-S (Keep It Simple, Stupid!) reflects that opinion. Companies such as 37signals have mustered legions of fans – and consumers – by offering products that scratch a specific itch, and nothing more. Their book, Getting Real, is a reference for the new generation of web-developers.

For those of you who have read the book, I recommend the excellent article “Feature Fatique: when product cabapilities become too much of a good thing“. For those of you who haven’t, read it. It is valid even for entrepreneurs who aren’t focused on web applications.

Later, I will write a new post commenting on some of the major findings of the article. Even so, I would like to discuss some points with which I disagree:

  • The premise that adding a new feature to a product (especially those based on information technology) costs nothing is not entirely true in the case of start-ups, that have high development cost when taking into consideration their cost of capital and burn-rate apprehension. For these companies the focus on usability is even more important
  • I believe the study didn’t take into consideration the power of feedback (edit: read “The Age of Viral Feedback“), specially in a society where consumers are ever so powered by tools that allow them to know the usability of a product before buying it (via forums, websites, etc.). Today a consumer, who has always given great weight to the opinion of it’s pairs, has a huge quantity of people to engage and query. The research considered fictitious products; I believe that a research based on real products, with normal consumption scenarios (where a consumer could research before the acquisition of a product), would show different results, giving even more enphasis to usability before buying a product.
  • The research doesn’t take into consideration the talent of a business to invest in usability as a competitive advantage, without sacrificing the number of features of it’s products (perfect example: Apple).

Let me know what you think!

Post originally published by Gian Carlo Martinelli on the blog Plano A.

!

qrcode

qrcode

qrcode

Quer saber como o Google funciona?

(pausa na corrida para terminar a versão final do Plano de Negócios do Zandu)

Neste site tem uma animação em Flash que mostra, bem superficialmente, como o Google opera.